<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002</id><updated>2011-08-03T04:01:41.112+01:00</updated><title type='text'>Entre letras e linhas</title><subtitle type='html'>Aqui encontram-se algumas das coisas que passam na interioridade e nas entrelihas de um ser. 
&lt;br&gt;
&lt;i&gt;Meus próprios pensamentos, meus próprios devaneios, frutos de uma mente que pensa demais e nunca pára.&lt;/i&gt;</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-2279267183389663810</id><published>2010-07-05T16:40:00.007+01:00</published><updated>2010-07-05T16:58:37.603+01:00</updated><title type='text'>Aportar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em tempos atrás, ele pensou que havia parado o viver e seguido para além do além-mar. Mas, porque por vezes as passagens da vida são contraditórias e no entanto possuem a beleza intrínseca do mistério, fora um processo quase contrário de tudo que pensara e que acharia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Afinal, quando se pensa que está preparado, pode realmente não estar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se acha que se perderá, é então que há o encontro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ele pensava que estava por ir vagar, no entanto, o que faria era aportar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;E isso porque aportar não está ligado ao facto de estar abrigado a beira, está ligado ao facto de ter para onde voltar, ter onde jogar suas âncoras na terra, suas raízes no mar e assim ser mais do que simplesmente guarida; é ser Identificação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mas para identificar-se precisa saber do intrínseco e pertencente a si, pois caso contrário, sempre se vagará a olhar para espelhos imperfeitos, e nunca um porto há-de encontrar. E assim, antes de encontrar, perdeu-se entre sonhos, mas também pesados pesadelos; perdeu-se de si mesmo e até mesmo do seu coração, perdeu-se entre cobertores depressivos e a cinzitude dos porquês; perdeu-se em porquês que seriam somente respondidos no tempo, tempo correcto de aportar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;E na identificação de aportar, o tempo não o matara como fizera com Narciso. &lt;em&gt;Este sempre achou feio o que não era espelho &lt;/em&gt;e teve seu fim ao fundo. Com ele quase fora o contrário: fora ao fundo e reflexo que vira fizera o voltar a superfície para então encontrar-se. Soubera dos porquês exactos de latitudes e longitudes, do passado arraigado em si, do poder de palavras pronunciadas, e até mesmo do quadriculado que havia em seus pés. Soube da sua independência, da sua métrica, da sua exclamação, determinação e também mesmo dos pontos de interrogação. Soube do que gostava em si, até mesmo do que gostavam, do coração, da falta que faria e que este também sentiria. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Como nunca, fora ele próprio pela simples estratégia de ser, e gostara disso, gostaram disso, conquistaram com isso e, por isso, foi e foram felizes. E esta felicitude não seria mais circunstancial e quase paradoxal, seria presente porque encontrara-se, encontraram-se, identificou, identificaram-se, e assim, apesar de mais quantos mundos criasse e encontrasse, tinha onde &lt;em&gt;poderia voltar quando quisesse&lt;/em&gt;, tinha sempre um reflexo, um ponto. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Tinha seu Porto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-2279267183389663810?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/2279267183389663810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=2279267183389663810&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/2279267183389663810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/2279267183389663810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2010/07/aportar.html' title='Aportar'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-7786590049912907707</id><published>2010-07-02T00:38:00.008+01:00</published><updated>2010-07-02T01:05:56.973+01:00</updated><title type='text'>no Cais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ali no cais, no cais de seu Porto, ele podia ver mais do que somente o oceano que se estendia a sua frente. Mesmo com os olhos voltados para o além-mar, mesmo com estes marejados, podia ver tudo que havia atrás de si, atrás de seu corpo, atrás de sua história. Era perceber tudo, permanecer em si e em tudo, e assim, fazer história. Histórias de vidas, de portos e de cais que são feitas de pessoas, por pessoas, e para pessoas, e deste modo e por este modo, possuem o engrandecimento de valer a pena. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ali no cais, no cais de seu Porto, ele podia perceber a calmaria perante o sublime que fazia levitá-lo, elevá-lo, plano e pleno sobre o que era e o que seria. Poderia haver sim &lt;em&gt;estática no ar&lt;/em&gt;, mas também havia toda a recolha da tempestade, e toda fúria da calmaria devido ao facto da felicidade ser pertencente a atmosfera que rodeava.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ali no cais, no cais de seu Porto, bagagens eram maiores do que deveriam porque ele tinha vivido. E é impossível aprisionar o tudo internamente em compartimentos herméticos; e por este facto, desafiou o impossível, engrandeceu ainda mais o coração, fez e desfez e refez, e assim conquistou, conseguiu, e aportou. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ali no cais, no cais de seu Porto, virou as costas para o mar, não como um sinal de desprezo, mas somente porque suas memórias deliciosas, e suas lembranças vivas continuavam por lhe chamar pelo nome, seu nome; como assim era, como assim quisera, como ele percorreu o mundo até encontrar alguém que soubesse como ele chamava e ali encontrou vários. E este processo seria mútuo e em conjunto, como fora ali: dele descobrir e reconhecer seu real nome ao mero sonorizar de tal, e das pessoas saberem como chamá-lo e até mesmo pronunciá-lo, e assim, fora ali que isso acontecera. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ali no cais, no cais de seu Porto, percebeu ainda mais que todo processo de grande valor nessa vida era feito de pessoas. E de maneira melhor do que Narciso, ele tinha se encontrado naquelas águas e naqueles reflexos porque tinha se encontrado nas pessoas. Ele não era de lá, ainda não sabia ao certo se era completamente e somente de cá, mas era mais uma vez a quebra do velho paradigma imposto, e assim que não era dele, que dizia que não poderia ter tudo. Nos seus parâmetros sim, assim como nos padrões de Sócrates, poderia ter tudo, poderia ser de tudo. Nem grego, nem troiano, nem ateniense; cidadão dos seus mundos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ali no cais, no cais de seu Porto, já com os olhos fechados, e por não saber se direccionava-se para seu Porto, ou para o além-mar, alto-mar, ele sentiu a certeza dentro de si que voltaria. Mais do que voltar ao seu Porto, voltaria a se encontrar, a valorar, a desafiar, a ser, perceber, permanecer, porque mais do que passado, agora era presente, era agora. E presente era o que pudera ter e viver porque assim ele fora sempre parte da completude que havia, fora também cais, e fora também Porto no seu cais, no seu Porto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-7786590049912907707?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/7786590049912907707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=7786590049912907707&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/7786590049912907707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/7786590049912907707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2010/07/no-cais.html' title='no Cais'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-239727562217334902</id><published>2010-04-15T02:23:00.019+01:00</published><updated>2010-04-17T15:48:09.324+01:00</updated><title type='text'>Ele e seu ser</title><content type='html'>&lt;em&gt;Tijolo por tijolo.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;Ele tentou &lt;em&gt;derrubar os muros&lt;/em&gt;, mas, na verdade, o que fazia era empilhar tijolos.&lt;br /&gt;Ele já não lamentava mais, apenas seguia em frente e via seus horizontes.&lt;br /&gt;Fora ele sempre &lt;em&gt;o vulto bom que se fora&lt;/em&gt;, e a vida era para si aquele espelho imperfeito que tornava o viver visível&amp;nbsp;ao seus olhos, como se fosse a vida de outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ele era o vento domável, mas jamais enclausurado ou traído.&lt;br /&gt;Ele era o caminho a sua frente, e a pressão na sola de seus pés. &lt;br /&gt;Ele era a certeza para não mais vacilar, e nem sequer titubear os passos.&lt;br /&gt;Era ainda o acreditar e considerar possíveis suas velhas suposições; somente não mais acreditava naquela situação por saber que ela não era mais para si. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ele era o boi pra não entrar numa briga, e a boiada para não sair dela. &lt;br /&gt;Era a velhice nos seus olhos, e a experiência do seu viver, &lt;br /&gt;A&amp;nbsp;maturidade de suas roupas, e o trabalho em suas veias, &lt;br /&gt;Suas músicas melodizadas, suas frases inacabadas, sua literatura improvisada.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Era o desafio a sua frente, e a contra-mão do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele era a certeza do que sempre fora, e a dúvida do que iria ser. &lt;br /&gt;Ele era a integridade até o último segundo, e inteiro apesar depois do acabar. &lt;br /&gt;Era o café, e o gosto refinado de seus queijos. &lt;br /&gt;Era a profundeza de seus olhos, e a pureza de suas palavras,&lt;br /&gt;Era o paladar de seus vinhos, e o sorriso da vermelhidão.&lt;br /&gt;Não era mais a culpa, era o aprendizado.&lt;br /&gt;Era a calmaria, e era o pulsar do urbano.&lt;br /&gt;Era completamente o tecnológico e a &lt;em&gt;casa no campo&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Era bom demais, e assim sempre seria.&lt;br /&gt;Já não era mais as lágrimas, era o sorriso/riso da compreensão.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ele era o que sempre fora, o que por vezes não sabia, mas sempre preferia ser.&lt;br /&gt;Já não era mais o anel em seu pescoço, era seus novos óculos.&lt;br /&gt;Era a combinação de suas cores, sua postura e elegância,&lt;br /&gt;O&amp;nbsp;improvável, mas certeiro do seu viver, &lt;br /&gt;O&amp;nbsp;moderno, mas o aceitar lentamente o seu novo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Era a transição eterna dos seus pensamentos, &lt;br /&gt;Era o cachorro que queria ter, e teria,&lt;br /&gt;Era o cuidar que descobriu e vislumbrou, e o cuidado de si.&lt;br /&gt;Era o medo de não encontrar, e a certeza que acharia.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Era suas linhas e suas agulhadas,&lt;br /&gt;Era o não mais apagar,&lt;br /&gt;Era o ficar chateado consigo mesmo, mas saber que o outro era o errado.&lt;br /&gt;Era o que desconhecia e com aquilo que fora sonhado.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Era a cinzitude depressiva, e as cores da vividez,&lt;br /&gt;Era a concretude do coração, e a moleza deste,&lt;br /&gt;O silêncio na voz, e a análise de seu olhar,&lt;br /&gt;As oportunidades do seu horizonte,&lt;br /&gt;A inconstância dos pensamentos,&lt;br /&gt;O vento no rosto, e a velocidade do sangue,&lt;br /&gt;A&amp;nbsp;explosão, e o lentamente.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fora a retidão, apesar de já ter ido.&lt;br /&gt;Ele era a clausura da mente, e o extravasar nas paredes.&lt;br /&gt;Ele era o medo do que poderia acontecer com o outro, mas a certeza do não continuar.&lt;br /&gt;Era a certeza de nunca mais ser visto, e a ternura que guardara dos olhos e do olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era tudo, &lt;br /&gt;O&amp;nbsp;nada&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Era...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;So brick by brick &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;I'm not giving up&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;I'm not giving giving up &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-239727562217334902?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/239727562217334902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=239727562217334902&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/239727562217334902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/239727562217334902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2010/04/tijolo-por-tijolo.html' title='Ele e seu ser'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-2283604308348430654</id><published>2010-04-12T21:03:00.005+01:00</published><updated>2010-04-12T21:14:11.858+01:00</updated><title type='text'>Será que é possível explicar-te aquele perguntar de ontem?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque a explicação pode ser parte do entender o que não existe. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o explícito mostra somente a sombra da realidade presente no fundo de nós mesmos e da caverna. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque, por vezes, não há nada a explicar. Mas o simples facto de tentar traz a paz que não há na imensidão, e, às vezes, nem nós mesmo sabemos o que se passa aqui dentro. Não se entende e se perde nos corações, mares, desertos, emoções, e em nós mesmo. E o vazio de nós transforma-nos em imensidões a serem desbravadas, e até mesmo&lt;em&gt; brabas&lt;/em&gt;, que mostram contradições e paradoxos existentes no simples peito. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E mais do que nunca eu estou perdido em mim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu mesmo não tinha a ideia da pergunta, do perguntar, a questão, o questionar, o porque desta sensação, e todo o desdobrar que traria, mas eu resolvi arriscar. Porque o teste provoca não somente a sensação da possibilidade, mas a averiguação de sinais passados pela vida e pelo viver. E saiba que foi a primeira vez em toda a vida que a fiz assim. E não era eu, não era a mim, não era a você. Foi mais um dos conselhos que não deveriam ter sido tomados, dos que nunca tomei e desta vez cedi pelos mares revoltos, por ser da parte paternal e pensei que poderia segui-lo. Doce, amarga, fel ilusão da vida a distância que assim nos toma e faz acreditar que poderia ser verdade. Eu jamais segui tais conselhos. Pensar que poderia segui-los agora foi somente mais uma cegueira de todo o mar. Mais uma vez vejo-me tão diferente; mais um que eu não deveria ter escutado, aceitado, acreditado. Mas por estar perdido nesta imensidão, lembrei dele e resolvi arriscar. Não era eu, jamais fui, sou, serei, pois, a incerteza ajuda na construção da decisão e certeza, e, por mais que não se saiba qual caminho a ser seguido, sabe-se alguns trilhos e rotas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E confesso que me pergunto qual será a imagem que ficará, qual o oceano, ou mesmo a terra à vista. Mas pelo menos assim você conheceu uma parte de mim. Uma parte que eu não sou.&amp;nbsp;É o ser que não é. É quase o que não pode ser visto por simplesmente não existir, e eu quase forcei que estivesse aqui devido ao simples facto de vacilar os passos por caminhos e olhos lacrimosos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já sabia de antemão o simples facto de algumas ocasiões não poderem ser estragadas pelas situações adversas da vida, dos corpos e das marés. Estar perdido não é justificativa, mas acho que infelizmente prejudica na leitura. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E assim, nada pode ser explicado, e simplesmente o passado serve para nos contrariar e entender, para que, no futuro, seja menos um erro a mais a ser vivido, e o débil que há dentro de nós se faça mais ausente, assim como a pergunta, e mesmo o não ser que passou ontem aqui. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Perdi me muitas vezes pelo mar, &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;com o ouvido cheio de flores recém cortadas, &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;com a língua cheia de amor e de agonia. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Muitas vezes me perdi pelo mar, como me perco no coração de alguns.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Porque as rosas buscam em frente uma dura paisagem de osso, &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;e as mãos do homem não tem mais sentido do que imitar as raízes sob a terra. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Como me perco no coração de alguns,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;perdi me muitas vezes pelo mar. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ignorante da água vou buscando uma morte de luz que me consuma. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-2283604308348430654?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/2283604308348430654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=2283604308348430654&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/2283604308348430654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/2283604308348430654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2010/04/sera-que-e-possivel-explicar-te-aquele.html' title='Será que é possível explicar-te aquele perguntar de ontem?'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-4361261950023860190</id><published>2010-03-26T11:34:00.003Z</published><updated>2010-03-29T23:30:50.557+01:00</updated><title type='text'>mais do que amanhecer</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao abrir os olhos, ele percebeu que não importava se havia sol ou não porque simplesmente o som da voz dela ao acordá-lo, e proferir aquelas duas simples palavras, era suficiente para raiar os sentimentos e saber que poderia mudar todo o dia. Ao inalar o ar matinal, pode perceber os aromas suaves da manhã adentrarem seus pulmões e o revigor a preenchê-lo muito mais pelo doce perfume dela que chegava a percepção olfativa do perceber o mundo, do que mais o ar vital que era necessário e próprio para o viver. Para ele, o viver dependia de outras coisas e até mesmo de outras sensações. Assim, pelo iniciar dos factos e a certeza que era somente o iniciar, foi contemplado pela decisão que aquele sim seria mais um Bom Dia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"... tinha suspirado,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;tinha beijado o papel devotamente!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;e o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;como um corpo ressequido que se estira num banho tépido;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;sentia um acréscimo de estima por si mesma,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;onde cada hora tinha o seu encanto diferente,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;cada passo condizia a um êxtase,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações!"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-4361261950023860190?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/4361261950023860190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=4361261950023860190&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/4361261950023860190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/4361261950023860190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2010/03/mais-do-que-amanhecer.html' title='mais do que amanhecer'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-7260398991048432678</id><published>2010-03-14T23:59:00.004Z</published><updated>2010-03-21T01:16:45.114Z</updated><title type='text'>Quase despedida..., Quase romance...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas pessoas falariam a mim para não escrever isto tudo a ti.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falariam para simplesmente virar as costas e ir embora. Mas eu não posso fazer isso assim deste modo. Meu coração também manda dizer estas palavras a ti. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda quero-te bem e desejo que você possa realmente aprender, crescer e viver bem. Que você aprenda a lidar com as pessoas, com as alegrias e dores da vida, e até mesmo com você própria. Que aprenda a encarar a vida, as situações, os problemas e não os empurre para a próxima vez que os tiver que encarar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será pela última vez, mas, mais uma vez, reafirmarei a tua força, a garra que sei que tens de viver, de conquistar as coisas, teus sonhos, planos e vontades. Mas você precisa acreditar nessa força; não basta eu acreditar, todos acreditarem e mudarem o mundo para isso. É preciso que você mesma acredite que haja isso dentro de ti. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não simplesmente leve a vida como ela é tocada pelos ventos. Determine os rumos que você quer, as conquistas que deseja, as situações que você deslumbra e que trazem brilho aos teus olhos. A vida é algo tão único que Deus nos deu, Querida, que precisa ser vivida em todos os âmbitos. E não estou por dizer que tudo precisa ser vivido somente no agora. Há situações que podem aguardar pelo melhor momento, pela situação que melhor convém. O imediato é delicioso, mas é preciso olhar-se o todo, o todo da vida, para que ela seja, na complementariedade existente, aproveitada e vivida com todos os melhores que Deus, e nós mesmo, construímos. A vida é tua, somente você pode vive-la. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um conselho, se eu puder dar algum, era para tu não viveres a vida e história dos outros. A história deles pode ser realmente linda, pode sim ser exemplo, não pela perfeição, mas por tantas qualidades, e mesmo os defeitos que têm. Mas entenda que a vida dos outros é dos outros. Ela já foi vivida por eles e não existe modo de repetir-se em ti. Pegue tudo que eles viveram e faça de exemplo, aprenda com as lições, veja os detalhes, analise, pegue tudo de bom e ruim e coloque na TUA vida do TEU modo, não do modo deles. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda sobre os objectivos da TUA vida, como você mesma já me disse uma vez: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;"Atingir objectivos é um processo que envolve esforço conjunto: entrar em contacto com nosso coração, determinar um curso a seguir e, então, depender de Deus e estar disposto a deixar que ele nos guie, um passo de cada vez". &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não largue seus sonhos pelo caminho, não deixe a vida ser tocada como ela simplesmente quer. Nunca acredite que teus desejos e sonhos são pequenos e mesquinhos. Corra atrás da vida. Ela é tua, e só você pode correr, agarrá-la e vive-la. Eu, e todos ao teu redor, podemos somente te instruir, mas a corrida é tua. Às vezes pode parecer uma corrida solitária, mas não é. Deus está sempre conosco, e coloca também pessoas ao nosso redor para nos ajudar. E mesmo nas vezes que nos sentimos mais fracos, Deus está sempre do nosso lado, para nos carregar e nos ajudar. É pedir, confiar nEle, e, no mais, Ele fará. Talvez esta seja mais uma das etapas do crescer. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E nesta etapa, você precisa aprender a cuidar de você própria, cuidar do teu coração. Quando você me conta das coisas que fez, e dos erros que cometeu, percebo que isto fere profundamente a você mesma. Eu fico um pouco assustado como você consegue fazer estas coisas com você mesma. São feridas que você faz com você mesma. O que me entristece bastante. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E&amp;nbsp;eu confesso que estou por ir embora porque preciso cuidar de mim mesmo. Tem me feito muito mal ver o que você faz com você mesma, comigo, e conosco. Não pense que está por ser uma tarefa fácil, mas é algo que eu preciso fazer por mim, e até mesmo por você e por nós. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu nunca soube mesmo lidar contigo. Procurei as melhores formas, mas nem sempre as encontrei. Algumas funcionaram, mas nem sempre consegui o que desejava. Mas penso e espero que assim, com este acto meu de agora, você possa aprender um pouco mais e tomar algumas atitudes diferentes. Eu tentei, através de várias vias, ajudar te a perceber as atitudes que você precisava mudar, mas talvez nem todas foram suficientes. E assim, tenho que pensar em outro modo de auxiliar-te. Além também, tento fazer isso para meu bem, e para o teu também. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ainda por pensar no teu bem, peço ainda mais veementemente uma coisa a ti. Esqueça completamente, arranque da mente, limpe da memória a famosa frase que já te disseram: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Ela não é uma pessoa fácil.” &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Vi, em minha vida toda, poucas coisas tão destrutivas e mentirosas como esta frase. Oh, Querida, jamais volte a lembrar dessas palavras, dessa mentira tão descabida que fora colocada em ti. Lembre-se sempre das palavras sinceras e verdadeiras que foram ditas. Não digo que este grupo de palavras será somente de palavras boas, de qualidades. Terão coisas duras também. E faça delas, todas elas, aprendizagem. Mas estas palavras ditas a ti não servem de nada, e não são verdade. Neste 14 meses, vivi tempo suficiente contigo para descobrir, vivenciar e atestar que o convívio contigo não é isto que estão por afirmar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rogo-te que as esqueça a partir de agora. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E nas últimas palavras, nas nossas últimas conversas, se passei a percepção que fui um pouco cruel, peço desculpas, mas nunca foi esta a intenção. A intenção foi sempre fazer-te bem. Pode parecer contraditório, mas é isso sim. Nem sempre quem te diz palavras doces quer o teu bem, e palavras duras, o teu mal. Sei que falei coisas realmente duras para ti, elas também doeram me mim. Foram todas ditas da melhor maneira que pude, apesar de saber que, em algumas vezes, estava também ferido demais, e assim, as palavras também feriram. Mas elas foram todas pensadas e analisadas como você sabe que eu faço. E são todas completamente verdadeiras, e por tentar o teu bem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das coisas que lembrei por esses dias foi que eu escolhi sem saber, sem ter certeza, e fiz somente por acreditar no que estava dentro de mim. Logo no começo, quando te conheci, tive que escolher entre você e o mundo, e não poderia esconder isso de você, não poderia “enrolar” a você até que tivesse a resposta correcta. Tinha que ser sincero, transparente, digno e justo com você. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E quando tomei a decisão não pude pensar na outra hipótese, ela já havia ficado para trás. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E depois da escolha, tive que construir o correcto com o que tinha nas mãos. E consegui, conseguimos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi assim que eu a escolhi, e não me arrependo por isto. Como disse para você logo no começo: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;"&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Eu acho que as coisas foram como deveriam ser, como eu pedi ontem para Deus: que meu coração ficasse tranquilo com a decisão que eu tivesse tomado. E sim, eu tava tranquilo, e ainda estou. Agora sei que tenho que colher as consequência das escolhas que fiz. Mas estou disposto a encará-las, todas elas. Acho que fui digno e transparente comigo e com você. E, apesar de tudo, é assim que tenho que agir. Agora é continuar por contar as horas pra hoje. Estou por ir buscar meu coração que deixei ai contigo.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Beijos e Saudades"&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As coisas entre nós não foram momentâneas, apesar de serem rápidas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não foram despretensiosas, apesar de inesperadas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sei o quanto está complicado a situação e pressões por ai, mas se pudesse fazer-te mais um pedido a ti, era para continuar aquelas conversas de fim de tarde. Você ainda tem muito a aprender, amadurecer e melhorar, Querida. E sei que isso é possível. Todos nós sempre temos. Mesmo eu próprio tenho visto como tenho a aprender. Mas, confio nas conversas para que nelas, você possa mais rapidamente alcançar tantos mais melhoras que você possa e precise. Deposite a confiança nelas, como estou eu a depositar. Tais conversas farão somente bem a ti.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu tenho tantos questionamentos aqui sobre você, sobre tudo (você me conhece), mas não farei mais nenhum a ti. Deixarei todos guardados aqui comigo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembre-se sempre do melhor que foi, dos ótimos e melhores momentos. As falhas e erros que tivemos, leve como lições. Não é porque acabou que tudo foi terrível e merece ser esquecido. Você mesma sabe que jamais será esquecido. Guarde no campo das memórias boas, das coisas gostosas, das delícias da vida e do eterno, da paz que transmite, como foi no sonho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;It used to feel like heaven &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;It used to feel like may &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;I used to hear those violins playing our strings like a symphony &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixo-te esta letra do Renato que me veio a mente. Ela expressa um pouco de tudo; desde o que vivemos, ao que estamos por viver e ainda o que temos que viver. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vento No Litoral&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;De tarde quero descansar&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Chegar até a praia e ver&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Se o vento ainda esta forte&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;E vai ser bom subir nas pedras&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Eu deixo a onda me acertar&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;E o vento vai levando&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Tudo embora...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Agora está tão longe&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;ver a linha do horizonte me distrai&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Dos nossos planos é que tenho mais saudade&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Quando olhávamos juntos&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Na mesma direção&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Aonde está você agora&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Além de aqui dentro de mim...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Agimos certo sem querer&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Foi só o tempo que errou&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Vai ser difícil sem você&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Porque você esta comigo&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;O tempo todo&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;E quando vejo o mar&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Existe algo que diz&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Que a vida continua&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;E se entregar é uma bobagem...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Já que você não está aqui&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;O que posso fazer&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;É cuidar de mim&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Lembra que o plano&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Era ficarmos bem?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS: não pude me despedir no final. Seria demais para mim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-7260398991048432678?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/7260398991048432678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=7260398991048432678&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/7260398991048432678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/7260398991048432678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2010/03/quase-despedida-quase-romance.html' title='Quase despedida..., Quase romance...'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-5528359132474771413</id><published>2010-03-05T02:16:00.008Z</published><updated>2010-03-06T16:12:05.020Z</updated><title type='text'>Ele e Ela, Ela e Ele</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela não sabia o que queria até o encontrar, Ele a encontrou sabendo o que queria. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela sentiu borboletas no estômago, Ele não sabia o que era isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Ela reparou nas vírgulas, Ele reparou nos óculos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Ela flutuava lépida, Ele procurava álibis.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Ela descansava lívida, Ele sucumbia ao pânico.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela se entregou, Ele apenas recebeu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela o amou por nuvens de algodão doce e notas musicais, Ele a tomou como mais uma em um vasto mundo de amores vazios e iguais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela falava, Ele não ouvia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela acreditava, Ele mentia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela o esperava, Ele não voltava.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela queria coisa séria, Ele só queria se divertir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela sorria para Ele, Ele ria dela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela acreditava em tudo o que Ele dizia, Ele dizia o mesmo para todas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela falava “Eu te amo”, Ele sorria e dizia da boca para fora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela queria &lt;em&gt;para sempre&lt;/em&gt;, Ele só por aquele momento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela se entregava, Ele se evitava.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Ela procurava o príncipe, Ele a próxima.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela só queria Ele, Ele queria todas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela ficava por conteúdo, Ele por quantidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela chorava, Ele ria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela sofria, Ele nem ligava.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Ele, enfim, dormiu apático na noite segredosa e cálida, Ela despertou-se tímida feita do desejo, a vítima.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas mudanças acontecem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E são daquelas reviravoltas da vida que nem sempre sabe de onde se veio, mas sabe que se afectará a vida para sempre, o todo sempre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Iria doer nos dois,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E iria sempre estar por ali.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Ela descobriu que ele era mais um, Ele descobriu que ela era a única.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele implorava por mais um único beijo, Ela sentia nojo da própria boca.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele revivia os tempos passados, Ela esquecia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele lutava para guardar tudo dentro de si, Ela preferia dilacerar-se para arrancar tudo de lá.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele desafiava o &lt;em&gt;para sempre&lt;/em&gt;, Ela &lt;em&gt;o nunca mais&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele ainda corria atrás, Ela a muito já estava cansada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele queria reviver aqueles seis meses, Ela agradecia por eles estarem na memória.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele juntava tudo, Ela entregava os pontos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele ainda dizia que gostava, Ela já não acreditava mais em palavras e actos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele ainda a sentia, Ela não sentia mais nada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela ainda O completava, Ele jamais sentira de facto o que Ela era.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele não A merecia, Ela sempre fora boa por demais para e com Ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele não sabia de nada, Ela pensava sempre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele era a dúvida, Ela a determinação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele sempre teve tudo de bandeja, Ela sempre correra atrás do mundo e conseguira-o.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele ainda chorava suas lamúrias, Ela já não lamentava mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele ainda a guardava como a conhecera, Ela já não sabia mais pelo que se apaixonara.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele estacionaria, Ela iria seguir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele queria a velha rotina, Ela novos planos e alvos, novos mundos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Hoje eu vou sambar na pista, você vai de galeria&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quero que você me assista na mais fina companhia&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Se você sentir saudade por favor não dê na vista&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Bate palma com vontade, faz de conta que é turista&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;* Nota do Autor: A primeira parte é a compilação de alguns texto encontrados na internet e ainda o acréscimo da música do Skank: Formato Mínimo -&amp;nbsp;Composição: Samuel Rosa - Rodrigo F. Leão. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Somente o intermédio e a segunda parte são de autoria própria.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-5528359132474771413?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/5528359132474771413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=5528359132474771413&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/5528359132474771413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/5528359132474771413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2010/03/ele-e-ela-ela-e-ele.html' title='Ele e Ela, Ela e Ele'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-4394476567745934236</id><published>2010-03-01T01:40:00.003Z</published><updated>2010-03-01T01:42:52.257Z</updated><title type='text'>na contracapa do livro</title><content type='html'>Porque eu sei que você terá um grande amor na vida. &lt;br /&gt;E assim, espero que você, &lt;br /&gt;a cada dia, &lt;br /&gt;cuide com todo carinho e cuidado dele. &lt;br /&gt;Espero que o “a cada dia” &lt;br /&gt;torne-se o &lt;em&gt;“pra sempre”,&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;daquele do tipo que &lt;em&gt;nunca acaba&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;E que deste modo, &lt;br /&gt;você possa ser completamente feliz e continue a cuidar, &lt;br /&gt;como sei que você já cuida hoje, &lt;br /&gt;do seu grande Amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja feliz&lt;br /&gt;e&amp;nbsp;Ame muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Em terras distantes, mas era perto do teu aniversário.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-4394476567745934236?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/4394476567745934236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=4394476567745934236&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/4394476567745934236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/4394476567745934236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2010/03/na-contracapa-do-livro.html' title='na contracapa do livro'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-2815613823450789994</id><published>2010-02-25T19:19:00.003Z</published><updated>2010-03-21T18:49:39.819Z</updated><title type='text'>Sapatos, Sensações e Canções</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele saiu de casa e, quando observou que já estava na rua, percebeu que não tinha planos para onde ir. Foi estranha a sensação, pois ele sempre tinha algo para fazer, algo para cumprir. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olhou para um lado... Olhou para o outro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E a sensação que teve foi dos pés serem molhados por aquele derramar do céu que ocorrera poucos minutos antes. As meias molharam-se enquanto estava parado ali. Sim, seus sapatos tinham por onde a água entrar. Mas já não tinha mais problema, eles eram brancos e ele ainda gostava deles. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda com a percepção de não ter onde ir, lembrou do que lhe falaram antes: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Mais irresponsável. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ainda acrescentou:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Menos reflexivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais irreal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deveria ser essa a solução, ou pelo menos parte dela. Ele, que sempre lutara para existir, deveria procurar a irrealidade na real e assim continuar a seguir o caminho. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E desta vez, este o conduzira para aquele velho e delicioso ambiente; aquelas lojas de instrumentos onde ele perdia-se. Não sabia se fazia dois ou três séculos que não passava por ali. E o voltar trouxe a mesma deliciosa sensação, e a novas perspectivas: compraria novos violões, novas cordas, novas canções e tudo mais musicalmente possível. Ou impossível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para guardar tudo dentro de si, comprou duas palhetas, e um bocado de sonho com notas de vontade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-2815613823450789994?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/2815613823450789994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=2815613823450789994&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/2815613823450789994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/2815613823450789994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2010/02/sapatos-sensacoes-e-cancoes.html' title='Sapatos, Sensações e Canções'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-4915929744880069031</id><published>2010-02-16T16:14:00.021Z</published><updated>2010-06-12T14:49:24.403+01:00</updated><title type='text'>Inverno... Dor... Vida e Morte</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Milano. Inverno.&lt;br /&gt;Um dia qualquer com um pouco de sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi ali, entre as lápides do Cimitero Monumentale, que mais uma vez ele se deparara com a velha constatação: Morrer não dói. &lt;br /&gt;Em cada passo que dava entre aquela falta de vida, percebia ainda mais forte que a morte deveria ser somente mais uma etapa. A etapa de desligar-se, de apagar a luz, de fechar as cortinas e encerrar o espetáculo que se dá no grande palco da vida. E assim, apesar de ser mais uma etapa, era a etapa sem dor, sem sofrimento, sem aquela agonia que sempre permanecia. Permanecia por ele estar vivo. &lt;br /&gt;Viver era que doía. &lt;br /&gt;Mesmo entre as lápides, entre aqueles que descansavam eternamente, percebeu que o simples facto de não ter onde os vivos descansarem ali no Monumentale era mais uma marca que existia: aqueles que tinham o coração por bater teriam que sempre caminhar, e um pouco de cansaço sempre estariam por lhes afligirem. &lt;br /&gt;Até o final, a vida teria aquela velha, e constante, companheira que afligia o coração. O ato de viver não era a etapa de escolher a maior felicidade, mas sim, a menor dor. &lt;br /&gt;Eram sempre escolhas, ele sabia disso, e sempre detestava. Ele não queria escolher. Queria o mundo, queria tudo, cada gole, cada badalada do sino, cada compasso da canção e cada ato da peça no palco da vida. &lt;br /&gt;Por vezes ele escutava: &lt;em&gt;"Você não pode abraçar o mundo"&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;Ele odiava ouvir aquilo, mas sabia que era verdade. Mas o correr atrás de tudo fora sempre mais uma de suas marcas. &lt;br /&gt;E nesta maratona, a corrida era só. &lt;br /&gt;Esta luta fora sempre solitária, e sempre contra ele mesmo. &lt;br /&gt;Neste palco, era sempre monólogo que reinava. &lt;br /&gt;E nem mesmo plateia havia. A solidão e corroer era mesmo só. Seja enquanto o eterno descansar encontrava-se nas lápides, seja enquanto o coração batia. Ou melhor, doía. &lt;br /&gt;Isso tudo não era marca de amargura ou de pessimismo, mas era somente a constatação do viver. &lt;br /&gt;Poderiam chamá-lo de masoquista, mas ele gostava do viver. Era uma das tarefas emocionantes da caminhada. Tinha o arde das emoções, a intensidade dos sentimentos, e a tragicomédia dos gregos e romanos. Até mesmo os troianos marcavam presença com a guerra e o amor. Fortes por natureza, e doloridos, coloridos e corroídos no mesmo quanto e tanto. &lt;br /&gt;O corroer de coração era marca presente do viver. E, talvez por isso, ele parava de bater na morte. Não teria mais dor, não teria mais sofrer, não teria mais nada. Nem o coração a sofrer. &lt;br /&gt;E a morte não doía.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-4915929744880069031?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/4915929744880069031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=4915929744880069031&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/4915929744880069031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/4915929744880069031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2010/02/inverno-dor-vida-e-morte.html' title='Inverno... Dor... Vida e Morte'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-6249794976418418548</id><published>2009-11-18T13:54:00.004Z</published><updated>2009-11-27T16:25:30.894Z</updated><title type='text'>For My Love</title><content type='html'>She might cry only if I am by her side, because, if the tears roll down on her face, I must stay there to dry it.&lt;br /&gt;So, I ask to you: &lt;br /&gt;Don't cry when I'm not here, because I'm breaking my heart, if you're crying anywhere and I won't be there.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-6249794976418418548?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/6249794976418418548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=6249794976418418548&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/6249794976418418548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/6249794976418418548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2009/11/for-my-love.html' title='For My Love'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-6755864632072581659</id><published>2009-11-03T23:57:00.011Z</published><updated>2009-11-04T00:39:09.519Z</updated><title type='text'>Equilibrista da vida</title><content type='html'>Por vezes a vida lhe entregava tempestades, por vezes, calmaria. &lt;br /&gt;Como já ouvira, &lt;em&gt;situações que traziam desconforto a ele, afectavam seu humor e tiravam seu equilíbrio. &lt;/em&gt;Ele sempre vivia nas pontas dos pés. E, mesmo tentando se equilibrar, seus ventos internos tiravam-lhe o prumo. Estas tempestades poderiam ser mais devastadoras que as externas.&lt;br /&gt;Mas ele &lt;em&gt;tinha tomado tento com o coração&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Ele ganhara um coração e um bocado de &lt;em&gt;altares&lt;/em&gt;. Assim, ganhou ritmo e subiu ainda mais alto. Virou equilibrista e, ainda que não possuísse seu &lt;em&gt;chapéu-coco &lt;/em&gt;e nem a garrafa de &lt;em&gt;bêbado &lt;/em&gt;(desse só conseguira a fama), se aventurara em linhas diversas. &lt;br /&gt;Sempre gostara de alturas e altares. &lt;br /&gt;Mais quando se encontrou bem depois do meio da travessia, lembrou-se de ventos e tempestades. &lt;em&gt;A ausência causou o caos &lt;/em&gt;e nunca ventos foram tão fortes. Estava no alto-altar, e rede de protecção a vida não lhe oferecia. Algumas situações na vida não vêm com prazo de validade, nem o famoso ”puxe-aqui”. Flutuava no céu de estrelas, mas ainda possuía seu ponto de apoio sob os pés. &lt;br /&gt;E mesmo sem cais, encontrou um Porto, mesmo sem ter onde aportar. &lt;br /&gt;Então pode também se lembrar de conselhos antigos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Esse é o pulo do gato: tirar leite de pedra, ou seja, ter equilíbrio e se sair bem no caos (enxergar oportunidades), porque em situações favoráveis todo mundo é igual."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não era igual. Nem a situação. Nem o altar. &lt;br /&gt;Nada mais era.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E no breu de hoje, sentia que o tempo da cura poderia tornar a tristeza normal. &lt;/em&gt;Há situações que marcam. Seu medo era o quão fundas elas poderiam ficar. &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eram tantas marcas que já faziam parte. &lt;/em&gt;Não sabia mais o que era parte, o que era ele.&lt;br /&gt;Mas isso era a vida, altares, o fio de ser equilibrista.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sem mais, a vida ia a passar no vazio e a estava com tudo a flutuar no rio esperando respostas. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Respostas da vida, respostas que ele mesmo construiria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"A esperança equilibrista&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sabe que o show&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;De todo artista&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tem que continuar..."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-6755864632072581659?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/6755864632072581659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=6755864632072581659&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/6755864632072581659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/6755864632072581659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2009/11/equilibrista-da-vida.html' title='Equilibrista da vida'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-5440940400794355090</id><published>2009-10-22T00:04:00.015+01:00</published><updated>2009-10-23T01:39:56.778+01:00</updated><title type='text'>Sensações da noite</title><content type='html'>Era até difícil de respirar. O ar não entrava nos pulmões. &lt;br /&gt;Por mais que ele puxasse com toda força o ar para dentro, ele não entrava. Quase perguntou se ainda sabia fazer aquilo ou se já tinha perdido o sentido. &lt;br /&gt;Mas os sentidos ainda estavam ali, todos a flor da pele aflorando com tanta intensidade que nem podia perceber tudo que estava por acontecer e o rodear.&lt;br /&gt;Era nó na garganta, o estômago colado nas costas, o vômito praticamente na boca, os dentes mais do que cerrados, mandíbulas travadas, as mãos trêmulas, o grito que não lhe saía da garganta, os olhos cheios de lágrimas que não escorreriam e o velho questionar dos porquês. Sim, este sempre estava ali. &lt;br /&gt;Mais do que nunca as palavras passadas que um amigo lhe falara ecoaram tanto dentro de sua cabeça. Era o passado que fora transformado em presente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo diz:&lt;br /&gt;a cara .. isso é cruel mesmo....&lt;br /&gt;e justo agora &lt;br /&gt;sei que vc quer os porque.. todos os porques&lt;br /&gt;imagino o q passa na sua cabeça.....&lt;br /&gt;meu amigo inquieto.&lt;br /&gt;Ele diz:&lt;br /&gt;não sabia q vc me conhecia tanto assim &lt;br /&gt;Amigo diz:&lt;br /&gt;Eu sei como vc é&lt;br /&gt;eu tb .. fui assim&lt;br /&gt;a gente é inconformado com a vida&lt;br /&gt;Ele diz:&lt;br /&gt;Meu Deus, vc me conhece mesmo&lt;br /&gt;mas é exactamente isso&lt;br /&gt;eu já questionei sobre isso mais de milhões de vezes. Mas em nenhumas delas eu cheguei a me lamentar, preferi viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E viver doía. Ele sabia disso. &lt;br /&gt;Não entendia o que passava dentro dele mesmo, e talvez nem tivesse importância, pois tentava entender o que se passava a léguas dali, naquele local que sempre roubara o seu pensamento e sua alma. &lt;br /&gt;Era pré-ocupado, e já tinha seu destino cravado na pedra se encontrasse-se só.&lt;br /&gt;Largaria tudo e se afogaria... no trabalho, na ambição. Tinha certeza que esta seria a única maneira de voltar a respirar se perdesse a alma. E isso não doeria mais, nunca mais. &lt;br /&gt;Mas ainda tinha um fio de vida, &lt;em&gt;aquele completamente contrário&lt;/em&gt;, que ele insistia em manter dentro de si. Ele se preocupava e queria bem. &lt;br /&gt;Poderia sentir raiva, vontade de odiar, de expulsar da vida, de exorcizar e também mandar para os diabos…, mas não conseguia, e &lt;em&gt;nem queria,&amp;nbsp;e nem tinha vontade&lt;/em&gt;. Queria sempre perto, mais perto do que a própria carne, mais dentro que a própria alma. &lt;br /&gt;Era das poucas coisas que ele não tinha explicação, mas também não as queria.&lt;br /&gt;Já tinha tomado as próprias decisões para isso.&amp;nbsp;É como dissera em cafés gelados: Dilaceraria a própria pele para isso. Ele gostava de ver o próprio sangue correr. &lt;em&gt;Já tinha vivenciado algo assim&lt;/em&gt;, mas desta vez nem queria mais continuar vivo se as coisas não fossem assim. O sangue correr para fora do corpo lhe traria vida. &lt;em&gt;Ele tinha amor, e tinha uma vida. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Lembro da &lt;em&gt;epifania &lt;/em&gt;e entendeu o que &lt;em&gt;a maldita que chegara a pouco a seus ouvidos &lt;/em&gt;queria lhe dizer. Era exactamente aquilo: &lt;em&gt;era um, mas era diferente. Era o melhorar, mas poderia ser somente ali. Não sabia se tinha desapontado ou se tinha deixado um gosto ruim na boca. Sabia que não poderia levantar os mortos, nem mesmo se estes fossem ele. Sempre questionava-se se era pedir demais, mais do que o possível. Sabia que deixaria, se não fosse cuidado. E, por isso, tentava até a última gota. Mas o amor era um templo, era a maior lei. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Traduzia-o, como nunca o traduzia.&lt;br /&gt;Era o seu suplicar para que o traduzisse. &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Uma vida, mas não era igual.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“One love, one blood, one life, you got to do what you should.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-5440940400794355090?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/5440940400794355090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=5440940400794355090&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/5440940400794355090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/5440940400794355090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2009/10/sensacoes-da-noite.html' title='Sensações da noite'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-5812676434408192614</id><published>2009-10-13T20:35:00.019+01:00</published><updated>2010-03-26T12:44:41.793Z</updated><title type='text'>Telhado de Vidro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ele já brigara demais com ela. Talvez isso fizesse menos tempo do que ele achava, mas ele percebia tais situações presentes num passado distante. Não no passado que caia no campo do esquecimento, mas sim naquele das coisas que fez você crescer e se tornar o que é hoje. Sim, ela tinha feito ele crescer. Era uma das responsáveis por isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E hoje, orgulhava-se por tê-la ao seu lado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas não foi sempre assim. Deve ser uma daquelas coisas de seres mais novos que percebem tardiamente certas situações. Seres que, por virem depois, teoricamente recebem a protecção maior e trazem também inveja e ciúmes aos demais. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, dependendo das idas e vinda da vida, e na vida deles tinha bastante disso, estas fazem exactamente por ampliar a protecção, e a inveja e ciúmes caem sim no campo do eterno esquecimento. Por vezes esse proteger pode se amplificar e nem sempre é bem visto por aqueles mais novos. &lt;em&gt;Deve ser aquela história de boa intenção…&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E algumas das brigas foram exactamente por isso. Mas estas já passaram. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E tanto estas, quanto todas vivências que ele teve foram sempre, de alguma forma,&amp;nbsp;a seu lado. Ela sempre esteve ali desde que nascera, e ela sim teve que se acostumar com a sua presença. Ela já fazia parte do mundo quando ele chegou, e, por vezes, foi o mundo onde pode se abrigar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, mostravam-se cada vez mais unidos. Ela conhcecia alguns dos seus telhados de vidro. A cumplicidade por dividir experiências e todas outras situações da vida os ligavam. E ele sabia que isso neles era especial; que nem sempre estes laços eram assim. Mesmo a idade foi algo que ele agradeceu por perto ser. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desejou que fosse assim com os seus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O amor e o ódio, se assim pode se dizer, eram das emoções que lhe afloravam a pele. Mas ele sabia que sempre existira somente o amor por dentro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele sempre agradeceria a ela; sempre. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E depois de muito tempo, em terras distantes, quando lhe faltavam as palavras, ele percebeu que ela era seu Telhado de Vidro: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Protegia-o; mas, no entanto, permitia-o ver os céus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-5812676434408192614?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/5812676434408192614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=5812676434408192614&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/5812676434408192614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/5812676434408192614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2009/10/telhado-de-vidro.html' title='Telhado de Vidro'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-1588878033911485032</id><published>2009-10-11T20:42:00.003+01:00</published><updated>2010-03-23T12:03:26.889Z</updated><title type='text'>Identificação paradoxal</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era totalmente estranho ser completamente parecido e completamente diferente ao mesmo tempo. Era o paradoxo ao extremo, mas o uníssono até o último toque. Era o complementar e também o antagónico. De maneira diferente, o mesmo lado de um imã no qual os pólos também poderiam se atrair, e &lt;em&gt;não havia distracção. Eram o normal e o avesso sem mais nem porque&lt;/em&gt;. Nem young e yang eram tão juntos e tão diferentes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, acima de tudo, poderiam ser juntos, se assim desejassem. Desafiariam &lt;em&gt;o pra sempre que sempre acaba&lt;/em&gt;, a racionalidade, os quatro ventos e tudo mais que estivesse no outro time. Tinha sido assim desde o início e não seria agora que seria Diferente por este sempre estar neles. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais uma vez teriam que &lt;em&gt;desdenhar do tempo e das distâncias&lt;/em&gt;, desafiar mais do que meros gigantes; desafiariam os gigantes de Celta, dos Balcãs e da Sicília. E ainda pior, seus próprios gigantes, até mesmo aqueles que acabavam por uni-los. Mas venceriam todas lutas, batalhas e guerras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Seguiam as pistas com toda incerteza para continuarem felizes a mesa&lt;/em&gt;. E a cada dia a decisão estaria por assim cumprir o seu papel por serem mais do que a soma de &lt;em&gt;Diários &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Buttons &lt;/em&gt;fazendo brotar a força que parecia vir de lugares nunca antes presentes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parou, olhou os céus e a lua, e perguntou se ela também pensava nele. Teve a certeza do sim. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo os pensamentos mostravam a proximidade e junção, apesar dos paradoxos. Não importando as léguas de distância que insistiam por separá-los, em mesmo dias, os pensamentos caminham no mesmo sentido e direcção. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eram a associação, a soma, o politicamente incorrecto (nunca agradeceu tanto por isso), a vontade e tudo que assim desejassem para estarem juntos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o intenso pelo viver estava em cada lado, talvez o ponto que logo de cara os uniu de maneira que nem eles mesmo entenderam. E o seguir o coração também estava de cada lado, e foi mais um dos responsáveis da aproximação. Talvez o maior responsável. Mas não necessariamente o mais importante, pois este é difícil de se ver com tantos picos e vales.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas ficariam juntos. Isto era a certeza que estava em cada lado, do mesmo lado, o do coração. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Tonight the sky above&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Reminds me of you, love&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Walking through wintertime&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Where the stars all shine.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;The angel on the stairs&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Will tell you i was there&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Under the front porch light&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;On a mystery night."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-1588878033911485032?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/1588878033911485032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=1588878033911485032&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/1588878033911485032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/1588878033911485032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2009/10/identificacao-paradoxal.html' title='Identificação paradoxal'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-3476809116443101756</id><published>2009-10-08T20:43:00.007+01:00</published><updated>2009-10-08T21:35:46.364+01:00</updated><title type='text'>A voltar e vivo</title><content type='html'>Fazia mais de oito meses que ele não colocara tudo no papel, e exacto um mês que ele se deparara com as novas peças do quebra-cabeça da vida. &lt;br /&gt;Neste tempo de segundo &lt;em&gt;silêncio&lt;/em&gt;, as coisas foram um pouco diferente daquele &lt;em&gt;primeiro tempo de reclusão&lt;/em&gt;. Desta vez viu a vida passar e agarrou cada oportunidade. Não que tudo tinha sido fácil, pelo contrário. O fácil não tinha graça, e a persistência poderia ter certa dádiva. &lt;br /&gt;Com toda certeza ele diria que vivera; que o sangue correu nas veias, que pode sentir cada batimento alimentar a magnificência que é estar vivo. &lt;br /&gt;Permaneceu vivo na vida: fez amigos, aprofundou certas e outras amizades, &lt;em&gt;destruiu corações&lt;/em&gt;, desdenhou do tempo e das distâncias, descobriu amores, viajou e dirigiu como nunca, quase &lt;em&gt;previu o futuro&lt;/em&gt; (ou assim ainda desejava), passeou no parque, chorou, teve mais conversar com a luz apagada e pode sentir ainda mais falta disso, agradeceu aos amigos por simplesmente assim serem, permaneceu atónito com o tempo que as coisas podem durar e ainda o quanto elas podem crescer em tão pouco tempo, sorriu, viveu sonhos, e pode até compartilhar um com uma grande amiga. Ganhou Vida. &lt;br /&gt;Viu o mundo se abrir a sua frente e, a cada passo, tinha certeza onde chegaria sem enxergar&amp;nbsp;ao certo todos os caminhos. E &lt;em&gt;aquela história de qualquer caminho&lt;/em&gt; não se aplicava por saber o destino. &lt;br /&gt;&lt;em&gt;A vida passou como um trem na noite e ela tinha estrelas&lt;/em&gt;. Ainda bem que tinha. Era óptimo olhar o céu, sentir o vento no rosto e perceber que a felicidade estava ali. Não pela esfera momentânea que as vezes fatos isolados podem trazer, mas porque a vida sorria para ele, como sempre faz a nós, e ele sorrira para ela &lt;em&gt;um sorriso cheio de dentes&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;E até mesmo pelas circunstâncias que a vida lhe trouxera, estava a voltar a velhas manias pois algumas, mesmo com o tempo e pouca usabilidade, ainda permanecem, &lt;em&gt;o borbulhar e fervilhar ali permanecera&lt;/em&gt;. (Re)fez e (re)viu os passos para saber se ainda poderia trilhar cada etapa. &lt;br /&gt;O coração receoso também permanecia. &lt;br /&gt;&lt;em&gt;E acreditou mais uma vez que as coisas acontecem na hora que tem que acontecer&lt;/em&gt;. Ainda bem novamente. &lt;br /&gt;Com isso, pode até agradecer aos céus, apesar de &lt;em&gt;algumas vezes questioná-lo&lt;/em&gt;, mas sabia que Ele sempre acertara. Tinha uma coração genioso e acelerado, e até disso pode gostar em si. &lt;br /&gt;O gosto da vida passara pelos lábios, e a beijaria novamente para poder ainda ter mais que um mero coração que batia dentro de si. Queria a vida vívida para permanecer no mundo pois o intenso sempre esteve nele, e ele no intenso.&lt;br /&gt;Estava vivo, mais do que nunca, ainda bem, estava vivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“ Eu quero uma lua plena, Eu quero sentir a noite, Eu quero olhar as luzes (..) &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Agora eu vou viver.”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-3476809116443101756?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/3476809116443101756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=3476809116443101756&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/3476809116443101756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/3476809116443101756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2009/10/voltar-e-vivo.html' title='A voltar e vivo'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-7207011692935949190</id><published>2009-01-30T02:10:00.004Z</published><updated>2009-01-30T02:22:15.074Z</updated><title type='text'>Esperanças de quinta à noite</title><content type='html'>E esta era a vida que ele escolhera viver.  Sem &lt;em&gt;planos A.... B... trocar para o C...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Esperar vivendo era o que decidira. Era diferente de viver esperando, e assim, duas horas sozinho não fazia mais importância. O &lt;em&gt;dia vinha chegando ao fim&lt;/em&gt;, e o &lt;em&gt;crepúsculo &lt;/em&gt;trazia com a noite a &lt;em&gt;benéfica esperança maldita&lt;/em&gt;. Era mais uma forma de enxergar que ainda poderia ter esperança.&lt;br /&gt;Esperanças de quinta à noite deveriam durar para sempre.&lt;br /&gt;E esta esperança mostrava que nem sempre os finais precisam ser as mil maravilhas, podendo ter espaço para as &lt;em&gt;próximas fases&lt;/em&gt;. O tempo que demoraria a mudar de estação talvez não possuía mais a relevância que um dia tivera pela simples certeza do rumo das coisas. Apesar do &lt;em&gt;futuro ser construído a cada escolha&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Alice &lt;/em&gt;sempre tinha razão. Ainda bem que tinha. Não quisera um &lt;em&gt;país das maravilhas&lt;/em&gt;. Ele sempre &lt;em&gt;preferia o real&lt;/em&gt;. Fosse das &lt;em&gt;ruas londrinas&lt;/em&gt;, fosse de qualquer cidade.&lt;br /&gt;Sim, ele sabia que doía como os amigos e a vida acabam por lhe mostrar. Mas sabia que valia a pena. Era esperançoso. Re-vigorante. Re-confortante. O ar adentrava aos pulmões e o deixava leve..., como a espera, depois de fases de desespero, deveria ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"But still call me baby&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Oh love&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;So call me by my name"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-7207011692935949190?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/7207011692935949190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=7207011692935949190&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/7207011692935949190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/7207011692935949190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2009/01/esperancas-de-quinta-noite.html' title='Esperanças de quinta à noite'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-8072172018107607689</id><published>2009-01-27T01:27:00.019Z</published><updated>2009-01-30T11:36:40.440Z</updated><title type='text'>O Sempre no Nunca</title><content type='html'>E ele se encontrava naquelas nuvens e páginas. Perder se embaixo das nuvens era se encontrar. Não só pelo mistério, sedução, o mal no bem e o bem no mal, os séculos de solidão e romantismo que se via naquelas terras, mas também pela impossibilidade que ainda persistia em rodeá-los.&lt;br /&gt;Só eles sabiam o quanto isso dava nós e laços na garganta. As laçadas não sufocavam para matar, somente para tirar a força e deixar o desespero diante dos olhos.&lt;br /&gt;Retirado também era o foco e tudo se tornava fosco, pois o &lt;em&gt;brilho eterno permanecia tentando encontrar a lembrança&lt;/em&gt;. Mas ela ainda não chegara. Ele fechava olhos e podia ver o seu contorno.&lt;br /&gt;Linda...,&lt;br /&gt;Esplêndida...,&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bela&lt;/em&gt; como sempre seria a seus olhos...,&lt;br /&gt;&lt;em&gt;independente da forma de envelhecer. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Enxergá-la não era uma questão de esperança. Era certeza. Era a presença que podia sentir. E sabia que um dia estariam juntos desafiando o &lt;em&gt;pra sempre&lt;/em&gt;. Perguntava, por vezes, se ela sentira também a sua presença mesmo com a distância. Anotou a pergunta para um dia fazer a ela.&lt;br /&gt;Mas ela ainda não chegara. E esperar, sem planos, era a vida que teria que seguir.&lt;br /&gt;Talvez soubesse a causa para tamanho vazio: &lt;em&gt;Teria que seguir em frente &lt;/em&gt;antes ser. Era uma questão de foco, fosco, mas foco.&lt;br /&gt;Um dia estaria ela em sua frente, e assim, abandonaria tudo, e seria feliz.&lt;br /&gt;O tempo que isso demoraria? Esperava que não fosse tão devastador por lentamente também o roubar as forças.&lt;br /&gt;E mais uma vez, &lt;em&gt;teorias de vilões &lt;/em&gt;o fizeram se encontrar coberto pelas nuvens.&lt;br /&gt;Era difícil entender como tão facilmente o que cantavam o traduzia tão plenamente. Cada palavra soava como sua, sendo só mais um ponto de encontro sob as páginas, na ausência do sol, &lt;em&gt;com o fim de um belo dia, com a chegada da noite&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Sabia como se sentiam..., o que queriam cantar, as angústias e torturas interiores, o que diziam de maneira simples em conversas com bons amigos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mas confesso que queria alguém.&lt;br /&gt;Alguém pra ter do lado, pra ligar depois do trabalho, pra ter com quem xingar o chefe, pra ter pra quem voltar nas sextas de chuva (como vai ser amanhã); pra ficar abraçado, dormir num sábado com filme, poder rir, gargalhar, só olhar pra ela e ficar babando. Alguém pra ficar de mão dada e andar de carro junto. Abraçar e saber que é meu. Fazê-la se perder dentro dos meus olhos e dentro dos meus jogos. Seduzir, quase matar de rir, provocar até a coisa ficar mais do que perigosa, fazê-la perder o sentido e o juízo e ir com ela nisso. Alguém para poder enxugar minhas lágrimas, e meu peito ter a cabeça de quem descansar. Alguém pra dar o primeiro pedaço do bolo, escrever todas as minhas músicas, viajar seja em sonho ou de carro, dizer besteira no pé do ouvido, e ter aflição que não é mais aflição. Poder sentir e reconhecer o cheiro de manhã sem nem abrir os olhos. Ver o sol nascer e se por. Ter quem me chame de “meu, só meu e de mais ninguém”, de qualquer carinho que me faça perder o sentido e ganhar o vermelho mais envergonhado. Alguém pra rolar na grama sob a chuva, pra sentir o cheiro do cabelo, passar os lábios pelos olhos desejando boa noite, voltar depois da briga dizendo que "não consigo ficar sem nem por mais um segundo", pra olhar o mar e pensar nas bolhinhas de sabão do casamento. Pra envelhercer do lado, e ter netos depois de termos nossos filhos. Alguém que me pergunte se a roupa tá boa e que pra mim sempre estará, e que melhor ainda é se tivesse sem. Pra perder horas de sono olhando as estrelas, jogar conversa fora, dar um anel no noivado e uma flor por dia. Olhá-la e ficar admirando-a com aquele barrigão, e saber que o filho que ele espera é nosso. Alguém pro jantar a luz de vela, pra dividir os problemas e a pipoca com leite condensado. Pra dançar bem pertinho fora do ritmo ou até sem música.&lt;br /&gt;Alguém assim..., que simplesmente me ame e eu ame....&lt;br /&gt;Alguém...&lt;br /&gt;O que é meu tá guardado."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;" 'Cause without me&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;You got it all&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;So hold on&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Without me you got it all&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;So hold on&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Without me you got it all&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Without me you got it all&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;So hold on&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Without me you got it all&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;So hold on&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Without me you got it all&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;So hold on"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-8072172018107607689?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/8072172018107607689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=8072172018107607689&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/8072172018107607689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/8072172018107607689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2009/01/o-sempre-no-nunca.html' title='O Sempre no Nunca'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-3600183095383369478</id><published>2009-01-13T02:42:00.005Z</published><updated>2009-01-13T17:21:21.856Z</updated><title type='text'>MetaLgem I</title><content type='html'>Precisa mais de seus &lt;em&gt;exorcismos&lt;/em&gt; do que imaginara. Nos últimos tempos resistira bravamente e permanecera em sua escuridão, em seu silêncio. Mas mesmo assim seus pensamentos e sua interioridade não descansavam nem por um momento. Assim, os textos surgiam dentro de si, e &lt;em&gt;exttravazar &lt;/em&gt;era somente questão de tempo. Eles cresciam por dentro num processo por vezes lento, por vezes avassalador, no entanto sempre minucioso, adentrando todas as brechas de alegria, dominando as emoções, consumindo sua consciência até o momento que não pudesse mais suportar e eram lançadas em superfícies brilhantes e com a candura e brancura da neve.&lt;br /&gt;Nos últimos tempos, conversara por horas a fio no escuro e, como dizem: &lt;em&gt;“falar alivia dores emocionais”&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Alivia&lt;/em&gt;, não as elimina. Talvez por essa razão não enlouquecera, pelo simples despejar de palavras. Mas até isso nele era controlado, meticuloso. Mesmo com o farfalhar de palavras, ainda assim mantinha seus disfarces para que pudesse se preservar do que mesmo ele não queria que estivesse ali. Mas a presença se faz viva apesar dos olhos fechados, apesar dos átrios vendados.&lt;br /&gt;E assim, chegara o momento. Teria que voltar. A confluência dentro de si borbulhava e começar a apertar os pulmões fazendo que o ar não adentrasse mais. Talvez alguns elogios o motivara, mas sabia que a solidão que sentia era a fonte maior do retorno. E era um processo solitário, como o &lt;em&gt;andar entre a gente&lt;/em&gt;. Sabia que teria Respirar como em outras vezes. Mas neste período deveria seguir bons conselhos e permanecer longe da janela do segundo andar. Neste entremeio de vida-arte e arte-viva, cultivaria nas profundezas até que pudesse publicá-las pensando que todo o processo fosse maior do que ele próprio, do que as interioridades em si. Tudo isso porque desde quando seus sonhos quase ficaram pelas lacunas, queria ser artista. Talvez conseguisse, talvez eternamente tivesse que tentar. E até isso era meticuloso, mas não 100% controlável, pois como sempre, o tempo acabara e assim era determinado o fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Autopsicografia - Fernando Pessoa&lt;br /&gt;O poeta é um fingidor.&lt;br /&gt;Finge tão completamente&lt;br /&gt;Que chega a fingir que é dor&lt;br /&gt;A dor que deveras sente.&lt;br /&gt;E os que lêem o que escreve,&lt;br /&gt;Na dor lida sentem bem,&lt;br /&gt;Não as dores que ele teve,&lt;br /&gt;Mas só as que ele não têm.(...)&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Já dizia Fernando..&lt;br /&gt;Clarice dizia que suas palavras precisavam ser sentidas e não entendidas...&lt;br /&gt;Adélia Prado escrevia o que sentia, "Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina."..."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-3600183095383369478?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/3600183095383369478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=3600183095383369478&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/3600183095383369478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/3600183095383369478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2009/01/metalgem-i.html' title='MetaLgem I'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-5691185765512393725</id><published>2008-12-22T20:11:00.001Z</published><updated>2008-12-22T20:11:40.334Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-5691185765512393725?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/5691185765512393725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=5691185765512393725&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/5691185765512393725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/5691185765512393725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2008/12/blog-post.html' title=''/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-3146506116564135817</id><published>2008-10-11T16:44:00.010+01:00</published><updated>2008-10-13T03:52:48.379+01:00</updated><title type='text'>com a noite chegando ao fim</title><content type='html'>Mais de seis meses de silêncio.&lt;br /&gt;Nem nos pólos as noites são tão escuras como fora este período. Ele se trancara em si e vivia a vida que insistia a passar.&lt;br /&gt;E muita coisa aconteceu nestas noites. Fins,... conquistas,... novas fases,... meses primos,... atos atrasados de anos atrasados, quem sabe três,... e alguns que até mesmo ele não sabia como juntara força e audácia para seguir.&lt;br /&gt;Estar no escuro, não &lt;em&gt;se exorcizar&lt;/em&gt;, talvez fosse à maneira de fingir que tudo estava em seu controle, ou até mesmo que não aconteciam. Mas, no fundo, ele sabia que tudo era apenas uma maneira de se enganar. O fato de não extravasar tornara as coisas menos pior. Mas era pura ilusão. Devia ter aprendido com &lt;em&gt;os céus, que exibiam o externo&lt;/em&gt;. Neste período chegou a contestar o quanto da sua vida não era só e meramente isso, ilusão.&lt;br /&gt;Após partir um coração, viu se numa cozinha tentando falar sobre o que três anos não conseguiram. Depois, as lágrimas desabaram e questionou até mesmo as voltas do mundo, suas vontades, seus momentos de cegueira, o que era tudo aquilo... e concluiu que poderia ser tudo tolice, sua tolice. Perguntou interminavelmente o porquê dos porquês, mas não obtivera resposta. E talvez nunca as tivesse. Mas, acompanhando o seu lado &lt;em&gt;último do litoral&lt;/em&gt;,&lt;em&gt; acabava entrando sempre sem querer na sua vida&lt;/em&gt;, e &lt;em&gt;parecia que não teria nada, se não tivesse&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;O mundo era incompleto &lt;/em&gt;e tinha &lt;em&gt;gosto de mel e fel&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Encontrara partes do dar certo, mas também seu slogan: a eterna busca por existir.&lt;br /&gt;Com isso, questionava-se se algum dia atingiria seus objetivos e seus sonhos. Por vezes, sabia que sim; em outras, pensava no não. Trocara alguns no escuro e passou a desejar outros, em terras mais longes, para quem sabe viver o &lt;em&gt;fim&lt;/em&gt;. Mas um deles era constante e certo: &lt;em&gt;queria existir, queria ir ao baile. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Porque acabou-se o que era doce virou sal&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O mundo continua indo e vindo, é natural."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-3146506116564135817?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/3146506116564135817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=3146506116564135817&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/3146506116564135817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/3146506116564135817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2008/10/com-noite-chegando-ao-fim.html' title='com a noite chegando ao fim'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-7932852859861097947</id><published>2008-03-08T18:06:00.004Z</published><updated>2008-03-10T19:49:47.762Z</updated><title type='text'>bilhete... conversa...</title><content type='html'>&lt;p&gt;- Você estava me enrolando para dizer como está seu coração...&lt;br /&gt;E então? Como ele está?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem... Meu coração está... Como disse o pecado meu coração está caindo em tentação, tendo algumas recaídas. Mas ele já sabe o que pode e o que vai acontecer hoje. Deus ainda me livra do &lt;em&gt;Mal do Século&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E o que ele sabe que vai acontecer hoje?&lt;br /&gt;E porque “pode acontecer”? O que não poderia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sabe que não vai acontecer mais nada, e nem pode. Não poderia acontecer mais nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por que não poderia? Por que você não pode ceder a tentação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Porque não envolve só a mim. Envolve um outro coração despedaçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E daí? É só juntar os cacos... He He He... Mas, falando sério, do jeito que você falou, parece que você é que não pode por algum motivo obscuro. Porque até agora ficou estranho e meio confuso o seu motivo para terminar. Mas vamos tentar ser objetivos: Você ainda gosta dela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não dá para juntar os cacos. Eles foram levados pelas lágrimas amargas, doloridas e que carregam saudades. Os cacos são areias levadas pela chuva que caíram nos rios, foram sendo levadas para o mar e se perderam na imensidão.&lt;br /&gt;Como eu já disse, recaídas temos, mas não podemos nos jogar. E gostar, gostar mesmo, de perder o chão, ir às nuvens, quase ter um treco, NÃO. Pode ter ainda alguma coisa, mas acho que está ruindo. De novo como as areias em uma encosta que saltam para o fundo do oceano. E sinceramente, acho que preciso sair de lá do fundo. Preciso ir às nuvens, tirar os pés do chão como diz a minha amiga Maria Rita:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“... você me tirou pra dançar/ sem nunca sair do lugar / sem tirar os pés do chão / sem música pra acompanhar...”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Preciso de alguém.&lt;br /&gt;PRECISO ME APAIXONAR.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Nosso sonho&lt;br /&gt;Se perdeu no fio da vida&lt;br /&gt;E eu vou embora&lt;br /&gt;Sem mais feridas&lt;br /&gt;Sem despedidas&lt;br /&gt;Eu quero ver o mar&lt;br /&gt;Eu quero ver o mar&lt;br /&gt;Eu quero ver o mar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se voltar desejos&lt;br /&gt;Ou se eles foram mesmo&lt;br /&gt;Lembre da nossa música&lt;br /&gt;Música&lt;br /&gt;Se lembrar dos tempos&lt;br /&gt;Dos nossos momentos&lt;br /&gt;Lembre da nossa música&lt;br /&gt;Música"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-7932852859861097947?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/7932852859861097947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=7932852859861097947&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/7932852859861097947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/7932852859861097947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2008/03/voc-estava-me-enrolando-para-dizer-como.html' title='bilhete... conversa...'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-2969656305112732020</id><published>2008-02-20T21:14:00.025Z</published><updated>2008-02-21T12:09:47.135Z</updated><title type='text'>Início e Fim (na mesma)</title><content type='html'>&lt;p&gt;E ele era chegado a fins e a começos.&lt;br /&gt;Fim de ano, fim de mês, fim de dia, fim de aniversário.&lt;br /&gt;Gostava das coisas na sua cadência... no seu ziriguidum... no seu ritmo.&lt;br /&gt;E com cada passo nessa toada tentava encontrar a si mesmo para que assim pudesse aprender e, no fim, viver.&lt;br /&gt;Conseguiria?&lt;br /&gt;Essa pergunta soava dentro da cabeça..., do coração... do anseio... da razão.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Era engraçado se deparar com aquilo que sempre quis e continuar querendo&lt;/em&gt;. Dizem que assim é o verdadeiro gostar. Parecia assim ter cumplicidade com o &lt;em&gt;gigante, com a civilização que encontra. Não seria devorado. &lt;/em&gt;Talvez aos moldes de &lt;em&gt;Tarsila;&lt;/em&gt; Seria quase uma fusão.&lt;br /&gt;Nesta, como por vezes fez em outros lugares, buscava o seu destaque, mas também o seu estar só na multidão e se confundir nela. Esta última não era difícil rodeado de 10 milhões de pessoas. 10 milhões....&lt;br /&gt;"Quantos zeros tem nisso?"&lt;br /&gt;"Zeros não, Um. Cada zero é um."&lt;br /&gt;Mas já a primeira opção.... DESTAQUE.&lt;br /&gt;Iria atrás, atrás de seus sonhos e planos.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por vezes acreditava que era melhor não fazer planos pra você&lt;/em&gt;, mas persistia no “erro” e continuava.&lt;br /&gt;Como já ouvira:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Engraçado; você faz seus planos improváveis e inesperadamente eles dão certo.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Nem ele sabia como isso acontecia.&lt;br /&gt;Simplesmente..., acontecia.&lt;br /&gt;A única coisa que entendi era que tinha ajuda de um grande companheiro que sempre o auxiliara mandando alguns recados.&lt;br /&gt;Como sempre, se deparara com as &lt;em&gt;epifanias da vida&lt;/em&gt;. E no seu modo &lt;em&gt;analítico&lt;/em&gt;, as percebia.&lt;br /&gt;E no fim de tudo, &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aprender - Conseguir - Viver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"You live you learn&lt;br /&gt;You love you learn&lt;br /&gt;You cry you learn&lt;br /&gt;You lose you learn&lt;br /&gt;You bleed you learn&lt;br /&gt;You scream you learn&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;You grieve you learn&lt;br /&gt;You choke you learn&lt;br /&gt;You laugh you learn&lt;br /&gt;You choose you learn&lt;br /&gt;You pray you learn&lt;br /&gt;You ask you learn&lt;br /&gt;You live you learn&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-2969656305112732020?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/2969656305112732020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=2969656305112732020&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/2969656305112732020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/2969656305112732020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2008/02/e-ele-era-chegado-fins-e-comeos.html' title='Início e Fim (na mesma)'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-639149695080204331</id><published>2008-02-01T19:17:00.001Z</published><updated>2008-02-06T18:53:48.062Z</updated><title type='text'>nostalgia x você</title><content type='html'>Passava da uma quando fechei a mala e fui colocá-la no carro.&lt;br /&gt;No caminho, cruzei com um casalzinho. Fizeram me voltar alguns anos e desejar não ter que acordar cedo no dia seguinte, não ter que ir trabalhar e todo o resto de uma vida atribulada e corrida, desejar também ter aprontado mais e aproveitado certas outras coisas da vida.&lt;br /&gt;É... talvez eu deveria ter feito algumas coisas diferentes. Aproveitado outras, arrependido me de tantas outras. Sim, eu devia ter feito diferente.&lt;br /&gt;É... mais uma vez a nostalgia bate a porta e me pega desprevenido. Invade e deixa aquele gosto de guarda chuva com saudade na boca; gosto de quem ficou só na vontade atrás da janela, atrás do vidro, quando aquela chuva de verão desabou sobre a cidade.&lt;br /&gt;Mais alguns passos e a velha conclusão bate:&lt;br /&gt;“Somos a soma de todas as coisas que fizemos.”&lt;br /&gt;O passado vai nos construindo e nos deixa assim... como somos hoje. Todos os fatos, os atos, os nãos, os sims, os talvez fazem sermos exatamente como somos.&lt;br /&gt;E se mudarmos um ponto lá trás?&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O bater de asas de uma borboleta mudaria tudo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;E talvez assim, não teria conhecido você.&lt;br /&gt;É... talvez seja melhor ser assim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Enquanto a vida vai e vem&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Você procura achar alguém&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Que um dia possa lhe dizer&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;-Quero ficar só com você"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-639149695080204331?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/639149695080204331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=639149695080204331&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/639149695080204331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/639149695080204331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2008/02/nostalgia-x-voc.html' title='nostalgia x você'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-4610995961773192552</id><published>2008-01-31T02:21:00.000Z</published><updated>2008-01-31T13:15:32.650Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Assim...&lt;br /&gt;Deste modo.&lt;br /&gt;Olhando... Perscrutando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_4lNDdXL7NKs/R4PPK8uHgSI/AAAAAAAAAAM/5Y3qFDySL80/s1600-h/olhar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153190185647178018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_4lNDdXL7NKs/R4PPK8uHgSI/AAAAAAAAAAM/5Y3qFDySL80/s400/olhar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Encarando. No fundo dos olhos.&lt;br /&gt;Racional?&lt;br /&gt;Não; Analista.&lt;br /&gt;Por vezes, até sua respiração ficava mais lenta. Acompanhava os movimentos a sua volta e tentava saber qual seria o próximo.&lt;br /&gt;Estava preste a voltar a sua selva.&lt;br /&gt;Selva de pedra.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Perscrutava corações e intenções&lt;/em&gt;, e assim tentava entender não só que o passava ao seu redor, mas também o que passava dentro dos que estavam a o cercar e ainda dentro de si mesmo.&lt;br /&gt;Outras vezes, silenciara se a tal ponto que nem notavam sua presença. Assim via o que faziam quando se achavam sozinhos. Mais um modo de análise.&lt;br /&gt;Ainda outras, mesmo em silêncio, sua presença era marcante, sufocante, quase mortal – mas queria que permanecessem vivos e sabendo o que tinham ao seu lado.&lt;br /&gt;Rodeava o que observava. Lentamente; para provocar o velho frio na espinha.&lt;br /&gt;Encurtava suas garras, mas elas poderiam dilacerá-los a qualquer instante, quando quisesse.&lt;br /&gt;Não atacaria. Sabia da força que tinha e controlava a minuciosamente sabendo a hora de lentamente arrepiar se e mostrar seu poder, sua dominância.&lt;br /&gt;Atento. Nada passava sem ser percebido.&lt;br /&gt;Exatamente assim.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A cada suspiro. A cada ação. A cada passo. A cada respirar.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"I’ll be watching you."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-4610995961773192552?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/4610995961773192552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=4610995961773192552&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/4610995961773192552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/4610995961773192552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2008/01/assim.html' title=''/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_4lNDdXL7NKs/R4PPK8uHgSI/AAAAAAAAAAM/5Y3qFDySL80/s72-c/olhar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-1507599608873278334</id><published>2008-01-19T18:14:00.000Z</published><updated>2008-01-23T02:09:02.638Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Será que o futuro manda recado?&lt;br /&gt;Será que podemos saber de alguma forma o que ainda está por vir?&lt;br /&gt;Eu não quero controlar o futuro. Sei que tem alguém bem mais capaz disso, alguém que sabe o que é melhor pra mim, alguém que chamam de Deus.&lt;br /&gt;O que eu queira era saber: Quais chances voltarão? Como (e se) eu posso influenciar o futuro? E se eu tomar a decisão e sair? Quais fatos mudarão pela minha atitude? E o que eu deixarei de fazer só por causa da mera atitude?&lt;br /&gt;O Futuro, &lt;em&gt;esse caminho que a Deus pertence&lt;/em&gt;, é tão incerto quanto misterioso.&lt;br /&gt;Eu nem sei se até o final do texto estarei vivo. Por isso alguns dizem que nada deve ser deixado pra depois. Mas a vida é feita de decisões. E qual tomar?&lt;br /&gt;O que já passou, aquela decisão que considero errada, será que a mesma situação, ou quem sabe parecida, voltará e eu poderei tomar a decisão “certa”?&lt;br /&gt;Quantas coisas que não fiz e que queria ter feito. Quantos caminhos que os olhos virão, mas os pés não tocaram porque a mente mandou: “Não vai, o outro é melhor.”&lt;br /&gt;Será que foi?&lt;br /&gt;Essa pergunta nunca será respondida e é isso que corrói e destrói. A dúvida mata mais que a própria morte porque faz com que o vivo não viva.&lt;br /&gt;Como disse Bandeira:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“&lt;/em&gt;&lt;em&gt;A vida inteira que poderia ter sido e que não foi”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O &lt;em&gt;“Não ser”,&lt;/em&gt; ou melhor, “não saber” desfaz o vivo e o torna muito mais morto do que carnes frias que jazem embaixo da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“embora quem quase morre ainda esteja vivo, quem quase vive já morreu.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-1507599608873278334?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/1507599608873278334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=1507599608873278334&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/1507599608873278334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/1507599608873278334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2008/01/ser-que-o-futuro-manda-recado-ser-que.html' title=''/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-922822238353123799</id><published>2008-01-08T19:28:00.000Z</published><updated>2008-01-08T19:30:28.212Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_4lNDdXL7NKs/R4PPK8uHgSI/AAAAAAAAAAM/5Y3qFDySL80/s1600-h/olhar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153190185647178018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_4lNDdXL7NKs/R4PPK8uHgSI/AAAAAAAAAAM/5Y3qFDySL80/s400/olhar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-922822238353123799?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/922822238353123799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=922822238353123799&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/922822238353123799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/922822238353123799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2008/01/blog-post.html' title=''/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_4lNDdXL7NKs/R4PPK8uHgSI/AAAAAAAAAAM/5Y3qFDySL80/s72-c/olhar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-2496919687635500798</id><published>2007-12-28T18:38:00.000Z</published><updated>2008-01-07T18:54:39.290Z</updated><title type='text'>Clarice na Vida</title><content type='html'>Às vezes o destino brinca com a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes é difícil acreditar que as coisas acontecem por acaso.&lt;br /&gt;O Acaso sugere uma imprevisibilidade, uma idéia que as coisas simplesmente... aconteceram.&lt;br /&gt;Mas para tudo há uma explicação. Está tudo ligado, encadeado. Tudo, exatamente tudo, tem um significado. Talvez algo machadiano na vida.&lt;br /&gt;É... Machado tinha razão.&lt;br /&gt;Mas Clarice também tinha.&lt;br /&gt;E o que intriga é a epifania que ronda, e não é percebida.&lt;br /&gt;Esta que se escuta por ai.&lt;br /&gt;Músicas saltam ao ouvido e, displicente e inocentemente, acredita-se que o gostar seja mera simpatia. As músicas que escuta, traduz quem a escuta, a cada um. Entendem mais do que o próprio que escuta. Mostram o que há para se ver dentro de si, o que você espera de você, o que querer para você. Mostram um eu que o mesmo não conhecia.&lt;br /&gt;Coincidência???&lt;br /&gt;Acaso???&lt;br /&gt;Não é possível...&lt;br /&gt;Por mais que ele nos &lt;em&gt;proteja enquanto andemos distraídos&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Tudo bem... Pode ser o subconsciente ou qualquer amigo de Freud ou Nietzsche. Mas que existe um porquê, isso não há como negar.&lt;br /&gt;É simplesmente impossível acreditar que essa seqüência de &lt;em&gt;my all, aquilo que você faz, ainda bens, segredo de longe, don’t know why, heróis precisando ser salvos, you’ll be in my hearth, gastar&lt;/em&gt; toda sua vida&lt;em&gt;, todo seu tempo esperando por aquela segunda chance, último choro, sangrar para estar vivo, tempestades passageiras, sweet surrender, invejosos,...&lt;/em&gt; - e a lista se estende ainda por longos caminhos - seja simplesmente acaso.&lt;br /&gt;Preste atenção.&lt;br /&gt;Simplesmente perceba.&lt;br /&gt;Escute.&lt;br /&gt;E ainda o que fica no ar, é saber quando seremos, &lt;em&gt;Burrinho;&lt;/em&gt; quando seremos abandonados pela &lt;em&gt;Glória&lt;/em&gt;, e expulsos do &lt;em&gt;Olimpo;&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Quando ouviremos o sino.&lt;/em&gt; Qual é nossa &lt;em&gt;Vez, Clarice;&lt;/em&gt; Qual será a &lt;em&gt;Hora, Matraga&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Afinal, quem não gosta de parafusos?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-2496919687635500798?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/2496919687635500798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=2496919687635500798&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/2496919687635500798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/2496919687635500798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2007/12/clarice-na-vida.html' title='Clarice na Vida'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-1832238994086028903</id><published>2007-12-26T15:57:00.000Z</published><updated>2007-12-26T16:04:54.349Z</updated><title type='text'>bleeding</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="center"&gt;"And you can't fight the tears that ain't coming&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Or the moment of truth in your lies&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;When everything feels like the movies&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Yeah, you bleed just to know you're alive&lt;/span&gt;"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;-&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(Goo Goo Dolls - Iris)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-1832238994086028903?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/1832238994086028903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=1832238994086028903&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/1832238994086028903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/1832238994086028903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2007/12/when-everything-feels-like-movies-yeah.html' title='bleeding'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-4494226295662162021</id><published>2007-12-26T02:22:00.000Z</published><updated>2007-12-26T18:58:05.396Z</updated><title type='text'>dor e necessidade</title><content type='html'>E ele ainda se agarrava ao passado.&lt;br /&gt;Apesar de ser dolorido e o corroer, era algo que precisava.&lt;br /&gt;Era mais vital do que ele achava e acreditava ser.&lt;br /&gt;Pode chamar de nostalgia, pois talvez realmente fosse isso. Mas ele não queria deixar aquilo para trás. Pendurava-se em cada lembrança para que pudesse ainda ter aquele gosto de mel e de fel; mesmo que fosse ilusão. Agarrava-se as músicas, as memórias, aos pensamentos.&lt;br /&gt;Ainda mais em datas como estas que sonhara viver ao seu lado.&lt;br /&gt;Ele adorava o futuro, mas odiava viver neste e não saber a maldita data.&lt;br /&gt;Por mais que doesse, precisava ter aquela ferida aberta em si. Por vezes, rasgava a própria pele para que aquilo estivesse por ali. Na verdade, dilacerava na maioria das vezes.&lt;br /&gt;Enfiava suas facas devagar.&lt;br /&gt;Lentamente.&lt;br /&gt;Revivendo o não-vivido.&lt;br /&gt;Deixava o sangue, as lágrimas, e as memórias rolarem para que permanecesse com o coração batendo dentro de si, mesmo que fosse somente mais um sopro de não-vida. Por mais contraditório que fosse, talvez a dor que o mantivera vivo em meio à solidão.&lt;br /&gt;Depois das vezes que tentou sair e não conseguira, descobriu que aquela seria sua zona de (des)conforto eterna. A (in)segurança que sentia ao estar ao seu lado era fôlego e súplica para as horas de desespero.&lt;br /&gt;Mas apesar disso, não seguiria o conselho. Não podia &lt;em&gt;gastar&lt;/em&gt; toda sua vida, &lt;em&gt;todo seu tempo esperando por aquela segunda chance.&lt;br /&gt;"Não vou viver como alguém que só espera um novo amor. Há outras coisas no caminho onde eu vou."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Viveria.&lt;br /&gt;E ansiosamente esperaria a chance que suas vidas se cruzassem novamente para viverem tudo que não tiveram, a parte que não tiveram, as experiências que não tiveram, o amor que sentiram, mas não tiveram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vou deixar a rua me levar, ver a cidade se acender. A lua vai banhar esse lugar e eu vou lembrar você."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-4494226295662162021?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/4494226295662162021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=4494226295662162021&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/4494226295662162021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/4494226295662162021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2007/12/e-ele-ainda-se-agarrava-ao-passado.html' title='dor e necessidade'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-8210524251816499035</id><published>2007-12-19T02:23:00.001Z</published><updated>2010-05-21T14:42:18.826+01:00</updated><title type='text'>Adeus ou Até Logo?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OI Estrela,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faz tanto tempo que eu não escrevo aqui. Tanto coisa pra falar, contar, desabafar. Mas essa espera tem um motivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O próximo post tinha que ser este.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E você não sabe o quanto ele dói. O quanto dói pensar e saber que, por agora, é o fim. Confesso que espero sinceramente que nossa história não tenha terminado agora; não assim; não desse modo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como dizem por ai: &lt;em&gt;“Às vezes a distância ajuda, e essa tempestade um dia vai acabar.”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez eu admita a minha culpa, mas não é hora de tentar achar culpados. O fato é que estamos aqui, talvez na pausa da nossa história, na minha &lt;em&gt;Casa do Lago&lt;/em&gt;. Mas talvez também, pensar em Pausa seja só uma maneira de diminuir minha dor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembro como essa história começou. Já faz tempo, um pouco menos de 2 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você entrou ali, e eu, contemplativamente, te olhei. São uma daquelas cenas da vida que tudo para. Você como sempre linda e eu ali só olhando. Me fez perder o ar e a distração fora mera conseqüência. Tive que retomar os sentidos e me recuperar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A cena seguinte desse filme foi numa manhã ensolarada, cena de cotidiano, numa cozinha qualquer. Mais uma vez, você, de maneira estonteante, cruzara meu caminho. Como pode um sentimento fazer tudo isso com a gente, Estrela, como pode?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As coisas foram acontecendo, fomos nos conhecendo e eu precisava de certezas. Mas nem sempre as temos na vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de tudo, de como acontecera tudo, do que isso me fez... te fez..., viveria tudo novamente. As horas, as sensações, experiências vividas com você me fizeram bem. Era um suspiro no dia, um fôlego para semana, o sonho dos fins de semana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Só quero te lembrar de quando a gente andava nas estrelas, nas horas lindas que passamos juntos. A gente só queria amar e amar, e hoje eu tenho certeza: a nossa história não termina agora, porque essa tempestade um dia vai acabar”&lt;/em&gt;Queria ter vivido tudo, ter bebido a garrafa toda e inteira. Mas acredito que não tive como abri-la e ela ficou repleta do poderíamos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda não sei se será um “Até logo” ou um “Adeus”. Como já disse: &lt;em&gt;“Só o tempo vai dizer o que pode acontecer, se a gente vai se achar ou se perder”.&lt;/em&gt; Não quero enxergar isso como o fim, como o Adeus; não posso fazer isso comigo, com nós. No entanto, o Até logo possa ser somente esperança remota no coração de um desiludido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, prefiro terminar com um até, deixando todas as possibilidades em aberto. O talvez se assim existir a volta de nossa história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até, Estrela.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Eu faria tudo pra não te perder assim. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mas o dia vem...&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;... e deixo você ir”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-8210524251816499035?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/8210524251816499035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=8210524251816499035&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/8210524251816499035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/8210524251816499035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2007/12/adeus-ou-at-logo.html' title='Adeus ou Até Logo?'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-6834643984064540011</id><published>2007-11-08T00:56:00.000Z</published><updated>2007-11-08T01:24:51.227Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;Não quero uma prostituta travestida&lt;br /&gt;em professora de piano &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Acho que não quero você pra vida toda,&lt;br /&gt;mas que sabe por um dia, um mês, um ano &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Quero apenas um beijo seu, mas que&lt;br /&gt;ele não seja tão profano&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Queria que você também me desejasse&lt;br /&gt;e que ao pedir um beijo, pudesse, por muito mais de única uma vez,&lt;br /&gt;sentir sua boca a minha cortando&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;(Espero que tudo que sinto não seja mero engano)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Mas parei de tentar me entender, pois&lt;br /&gt;minha mente me confunde sempre martelando:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;UM ANO, DESEJANDO, PROFANO, ENGANO.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-6834643984064540011?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/6834643984064540011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=6834643984064540011&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/6834643984064540011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/6834643984064540011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2007/11/no-quero-uma-prostituta-travestida-em.html' title=''/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-6395747767161595555</id><published>2007-10-26T21:56:00.002+01:00</published><updated>2010-06-12T13:50:40.970+01:00</updated><title type='text'>fim</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cena da Velha Inglaterra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A neblina encobria a cidade e aquela chuva, típica de Londres, insistia em estar ali.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As gotas desabavam do céu, e os pings da chuva misturavam-se aos tocs dos sapatos que passavam apressados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele não entendia aquela pressa. Tudo que queria era que aquele momento durasse, pois, sabia que era o último. Essa sensação o consumia, mas tinha que resistir para guardar tudo dentro de si.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A bruma encobria o distante, e os prédios, com seus tijolos aparentes, também faziam parte daquele triste fim de tarde.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta era a hora do fim e ele tentava postergar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não teve coragem de perguntar se ela sentia o mesmo. Gostaria de ler isso em seus olhos, mas o que vira era o mistério que por vezes esteve ali.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As mãos dadas foram lentamente deixando de se tocarem, até que ficaram distantes e repletas da ausência que permeava as ruas londrinas. Fechou os olhos e tentou guardar todas as sensações dentro de si. Sentiu o cheiro do ar, a leve brisa que passara pelo local, as gotas que tocavam seu rosto. Reviveu o último toque naquela pele. Percebeu o coração dentro de si batendo a dor que palavras jamais poderiam traduzir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao abrir os olhos, ela já estava a alguns passos dele. Uma lágrima escorreu e misturou se as gotas de chuva.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela foi andando e ele ficou ali, parado, estático, extático, só observando o fim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Devido a neblina, a cada passo que ela dava, ele podia ver um pouco menos. Ela já se mistura a neblina e parecia um vulto bom que se fora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ameaçou dar alguns passos mas sabia que não podia. Ficou ali a observar. Ela andava e todo o passado era deixado pra trás, mas chegou o momento que seus olhos não a encontravam no meio do nevoeiro, e o que restara era o som dos sapatos cada vez mais longe. E então chegou o momento que estes também não puderam ser mais ouvidos, e o silêncio tomou conta da situação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era o fim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Queria que ela não fosse o vulto que seus olhos viram a pouco. Preferia o real que viveram nas luzes de Paris, nas praças de Praga, nos cafés de Viena e Budapeste, e as margens do Tâmisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cena da Velha Inglaterra&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os pings da chuva que desaba do céu misturam-se aos tocs dos sapatos apressados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A neblina encobre os prédios de tijolos e permeia as ruas de Londres.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Cena perfeita para morrer, ou ter um romance (na mesma)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-6395747767161595555?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/6395747767161595555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=6395747767161595555&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/6395747767161595555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/6395747767161595555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2007/10/cena-da-velha-inglaterra.html' title='fim'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8988412369688082002.post-7352506814186975727</id><published>2007-10-12T02:15:00.000+01:00</published><updated>2007-10-15T11:41:26.944+01:00</updated><title type='text'>ínício</title><content type='html'>enfim, me rendi....&lt;br /&gt;sim...&lt;br /&gt;eu....&lt;br /&gt;criei um blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;meus próprios pensamentos, meus próprios devaneios, frutos de uma mente que pensa demais e nunca pára, enfim, estarão na internet.&lt;br /&gt;como já ouvi por ai, simplesmente escrever, seja num blog, seja numa folha em branco é um &lt;em&gt;"exorcismo diário" &lt;/em&gt;que precisamo ter. é algo q faz bem.&lt;br /&gt;algumas vezes já coloquei isso tudo num papel, mas infelizmente foram poucas as vezes. espero que aqui isso ocorra mais vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mais &lt;em&gt;exorcismos,...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;mais pensamentos, ...&lt;br /&gt;mais papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como acabei de ler (&lt;a href="http://dwd3.blogspot.com/"&gt;http://dwd3.blogspot.com/&lt;/a&gt;), algumas perguntas surgem. e por coincidência (será mesmo?), estas expressam exatamente o que sinto agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;será que fiz a escolha certa?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;para onde será eu devo ir?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;por onde eu devo começar?"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;estas são dúvidas que tenho agora. mas parte das respostas já surgem lá dentro e no tela também. fiz a coisa certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e este será apenas um começo, muita coisa ainda vem por ai.&lt;br /&gt;muitos pensamentos e o que tiver que vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tenho q ir&lt;br /&gt;até&lt;br /&gt;até o próximo post&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8988412369688082002-7352506814186975727?l=entreletraselinhas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/feeds/7352506814186975727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8988412369688082002&amp;postID=7352506814186975727&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/7352506814186975727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8988412369688082002/posts/default/7352506814186975727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entreletraselinhas.blogspot.com/2007/10/ncio.html' title='ínício'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04103650686150055164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
